Uma senhora raposada anda na névoa. Às vezes os transeuntes aparecem e desaparecem através da névoa. A névoa desvanece-se momentaneamente e um rio calma entra a vista. A senhora raposada sente-se livre. O tempo é sem sentido a ela. Seus sentimentos são fortes.
Um cavaleiro novo apoia-se em seu velomotor no centro da névoa. Um fulgor alaranjado flui alegre quando os espaços pessoais da senhora raposada e do homem novo se transformarem um. Um sorriso irradia em sua cara. Expressa: "Você"
"Nós." Responde à senhora raposada e descobre toda sua raposidade para enfatizar essa única palavra. "Você quer meu tempo?"
A senhora raposada levanta as escadas antes do homem novo. Os olhos de acariciamento dele estão olhando macia da pele dela.
1.12.2008
Névoa
1.8.2008
Eu quero
Eu quero provar o aroma de sua pele,
ver o toque de sua mão.
Eu quero ouvir as faíscas de sua flor,
perceber seu desejo vívido.
Eu quero ser seu pensamento delicado,
passar meus dias dentro de você.
5.5.2008
A cara de raposidade
"Irmão", diz o raposo a um raposo. "Diga-me porque isso raposo vive sob a água."
"Diga-me porque você está bebendo sempre ao mesmo tempo comigo. Diga-me porque nossos narizes tocam em quando nós estamos bebendo. Diga-me porque seus olhos brilham com muito o mesmo raposidade que eu sinto dentro de desta raposo."
"Irmão", respostas um raposo ao raposo. "Diga-me porque isso raposo fica no ar."
"Diga-me como você sabe sempre quando eu quero algum ar fresco. Diga-me como você sabe quando pôr seu nariz para meu nariz. Diga-me como nossas caudas balançam sempre ao mesmo tempo."
Os irmãos do raposo andam ao lado da borda da água com o mesmo ritmo. Um sorriso desliza nos cantos de suas bocas. Aumentos de raposidade em cada etapa.
